Meus caros, a revista Vanity Fair, minha Bíblia pessoal, estampou uma linda foto de Lindsay Lohan na capa, e traz uma deliciosa matéria sobre a loura do momento, encrencadíssima legalmente, que deve estar saltitante com o último tombo de Paris Hilton – os holofotes se viraram para a outra loura! A situação de Hilton é bem pior, foi pega com cocaína, e ela, que já teve lá seus antecedentes criminais, pode ser condenada até 4 anos em regime fechado, coisa pouco provável se imaginarmos a fortuna pornográfica que pode gastar – e gastará – com advogados superstars. Lindsay já pisou na bola depois de sair da prisão cumprindo apenas 14 dos 90 dias a que foi condenada, sob a condição de ser submetida a tratamento psicológico e de reabilitação contra drogas, o já popular rehab, mas já foi flagrada dirigindo sem carteira. Na matéria da Vanity Fair, ela contradiz toda a escola freudiana e culpa não a mãe mas o pai, por tudo de ruim que faz, e não hesita em atirar até contra a barraqueira olímpica Britney Spears, que já passou por incontáveis rehabs fracassados, por ser um mau exemplo. É uma festa de louras poderosas, com muitas drogas, e advogados caríssimos. Todas irão sobreviver. Se até meu querido Robert Downey Jr., que cumpriu vários meses de sentença, e passou por mais de uma rehab, conseguiu dar a volta por cima, todos podem conseguir.
Do outro lado do Atlântico, George Michael se apresentou perante o juiz, e confessou-se culpado por dirigir embriagado. Seria dificílimo provar o contrário, pois invadiu aquela loja com o carro, e não se aguentava em pé quando a polícia chegou. Antes de ser trancafiado, no entanto, também ele apelou para a rehabilitation, em uma tentativa de se ver livre de álcool e drogas. Não vai livrá-lo da prisão, mas vai amolecer um pouco o coração do juiz. Juízo mesmo teve Colin Farrell, que, antes de qualquer flagrante criminoso, entrou de cabeça na limpeza clínica, e há anos não bebe mais nada, o que, se considerarmos que é irlandês, é um milagre. Aqui no Brasil, Fábio Assunção saiu do tratamento lindamente, dando um super exemplo a todos. Enfim, milagre mesmo é o instituto jurídico e midiático da rehab, que se parece com aquela tecla atualizar, que fica na barra superior da tela do browser: aperte, e a vida pode ficar mais leve. Só não sabemos por quantas vezes, nem se os juízes vão continuar acreditando nele. Abraços do Cavalcanti.
Meus caros, imagino que ninguém tenha perdido a patética aparição do ditador Fidel Castro na televisão,
Meus caros, sei que falar de beijo gay em novela já não é mais notícia nem novidade, estamos todos cansados do assunto. Mesmo assim, não posso ignorar a declaração do (ótimo) autor de novelas Aguinaldo Silva, que afirmou com todas as letras que o esperado beijo gay no horário nobre das novelas da Globo não sai agora nem nunca! Contrariando seus colegas Sílvio de Abreu e Ricardo Linhares, que declararam achar que o Brasil está pronto para assistir à tão esperada cena, Aguinaldo usou seu Twitter para dizer que sabe de fonte fidedigna que “Nunca haverá um beijo gay no horário nobre da televisão”. A polêmica surgiu logo após a veiculação da campanha do PSOL, na qual, em pleno horário político, dois rapazes se beijam, o que, efeito político à parte, gerou um debate salutar por toda a mídia. Eu mesmo achei, no início,
Meus caros, adoro abrir uma semana com boa notícia: mais um livro de Yukio Mishima nas livrarias, e um dos melhores.
Meus caros, adorei a declaração de Gilberto Braga, de que novela também é literatura. Ele falou perante a própria
Caros, ninguém em São Paulo pode deixar de passar na maravilhosa mostra montada 
Meus caros, já disse por aqui que a humanidade ainda vai me matar de vergonha, frase emprestada de Mário Mendes, e, mais uma vez, vejo razões para acreditar nisso. Em meio à luta acirrada do movimento gay americano para derrubar a famigerada lei don’t ask, don’t tell, que nada mais é que a virtual proibição da entrada e participação dos homossexuais nas forças armadas americanas,
Meus caros, segunda-feira é dia de fazer o balanço do final de semana, e o meu foi nota 10. Comemorei meu aniversário, cada vez mais quarentão, vai dando um medão daqueles. A família e os amigos foram fofíssimos, carinho e atenção de todos, isso já vale uma fortuna, emociona, amacia os medos do momento. Posso dizer que passei pelo aniversário bem amaciado, acabou o inferno astral. Ernest Hemingway disse que os melhores anos na vida de um homem são os 40, portanto já gastei 4 deles pensando bobagens, é melhor sacudir a poeira rápido, e correr atrás. Cartola cantou lindamente: “A sorrir eu pretendo levar a vida, pois chorando eu vi a mocidade perdida”. Dois grandes homens, cada qual com sua visão maravilhosa do mundo, ensinaram isso, quem sou eu para ignorar.
Queridos, o beijo na propaganda do PSOL 

